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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Bazar



Nessa época do ano, ir a um bazar e conseguir resolver, pelo menos, parte das suas compras de Natal é o máximo, né? Quanto menos tempo no shopping, melhor!

Eis que a Panacéia (eu já falei várias vezes dessa loja aqui no blog, adoro!) está fazendo um bazar bem bacana. Tem coisas para grandes e pequenos.

Para os grandes, tem várias bijouterias bem lindas, joias, cerâmicas, acessórios mil, arte em papelaria e coisinhas cheirosas para casa como aromatizadores.

Para os pequenos, os kits cozinha lindíssimos da A de Aurélia (Isadora tem bule, xícaras, panelas, pratos e adoramos!), brinquedos, bonecas, joias infantis, essas porcelanas coloridas da foto que ilustra esse post (essa é para grandes e pequenos!), roupas e o próprio trabalho da Panacéia de tear e patchwork (colchas, lençóis, toalhas, tapetes - um mais lindo que o outro!).

Vai lá!

Até 23/12
Segunda a sexta, das 10hs às 20hs
Sábado, das 10hs às 19hs
Domingo, das 12hs às 17hs
Rua Delfina, 91
Tel.: (11) 3814-0234

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Dança Materna

Quando a Isadora era pequenininha comecei a dançar com ela. Colocava-a no sling ou canguru e a gente se divertia juntas dando uns rodopios por aí. Ela cresceu e começou a ficar grande demais para nossos rodopios conjuntos. Além disso, eu já não encontrava horário compatível com sua escola e sonecas para nossas aulas de dança. Então, paramos. Mas dançamos juntas por muitos meses e era delicioso. Delicioso pelo momento de cumplicidade e também delicioso porque encontrava outras mães, conversava, compartilhava histórias e experiências.

Quem faz esse belíssimo trabalho é a bailarina, coreógrafa, prepadora corporal e professora de dança, Tatiana Tardioli. Ela dá aulas para gestantes e mães e bebês de colo, engatinhantes e andantes e eu super recomendo. Na Vila Madalena, as aulas têm sido dadas no Aprontando Uma.

Para saber como achá-la, veja aqui.

Vai lá!


sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Dicas para o finde dentro e fora da Vila

Sexta-feira, dia de dar dicas para o fim de semana que se aproxima! Hoje, tenho quatro.

São elas:

Dias 24, 25, 26 e 27/11, das 11hs às 20hs: Bazar da Praça. Se você, assim como eu, quer fugir dos shoppings nessa época do ano, uma ótima alternativa são os bazares. Este parece imperdível. Reúne um monte de marcas descoladas. Com certeza você vai conseguir resolver o presente de Natal de todo mundo! E pensa que é só programa para adultos? Que nada! A Casa Dez Festas Feitas a Mão estará lá para também garantir a diversão dos pequenos. Serão diversas oficinas (customização de ecobags e enfeites de Natal) todos os dias às 11hs, 14hs e 18hs. O Bazar rola na Rua Iramaia, 105.

Dia 26/11, das 11hs às 13hs: Oficina de boneca de pano na loja Kalambola Kids. A ideia é que as crianças façam sua própria boneca. São apenas 12 vagas e é preciso reservar. Tel.: (11) 3097-9887. Rua Wisard, 287.

Dia 26/11: piquenique do Aprontando Uma. A partir das 10hs, na Praça Adolfo Bloch, na esquina da Avenida Brasil e a Rua Colômbia. Leve sua comidinha predileta, suco e uma canga para estender na grama. Para os pequenos, vai ter capoeira e brincadeiras de roda. E o melhor: é gratuito!

Dia 27/11, das 8hs às 13hs. No último domingo de cada mês, a Fazenda São José promove um café da manhã ecológico. São produtos próprios e orgânicos. Depois, ainda rolam caminhadas pelo pomar, trilhas na mata, visitas ao lago com possibilidade de pescaria e passeios de charrete. Fica a cerca de 2 horas de São Paulo e custa R$ 25 por pessoa (crianças até 12 anos não pagam). Para reservar sua vaga, ligue para (19) 3896-7112. Eu vou tentar ir neste domingo pela primeira vez. Se der certo, depois conto por aqui como foi!

Aproveitem e até segunda!

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Obax


Comprei este livro porque gostei da capa e do título. Só depois descobri que ele havia ganhado o Prêmio Jabuti deste ano. Que grata surpresa! A história é linda e muito poética e os desenhos são de uma beleza e delicadeza ímpar. Obax, a garotinha da história, significa "flor".

André Neves, o escritor e ilustrador do livro, nos conta que fez uma grande pesquisa sobre o oeste africano e Obax é o resultado da mistura de referências da Nigéria, Costa do Marfim, Senegal, Mauritânia, Mali, entre outros países. Neles, ainda existem aldeias praticamente isoladas onde os costumes são ressaltados, sobretudo, nas manifestações artísticas. As mulheres das tribos usam lama e pigmentos naturais feitos a partir de plantas colhidas na região em que moram. Suas casas, roupas e objetos de cerâmica são uma explosão de cores, apesar da aridez da paisagem.

Numa dessas aldeias mora Obax, uma menininha com uma imaginação que voava longe. Seu passatempo preferido era inventar histórias. Viajamos junto com Obax nas suas fantasias e aproveitamos para apresentar a África aos pequenos de maneira muito lúdica.

Super recomendo a leitura!

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Chaplin e Steve McCurry



Eis que a chuva deu uma trégua naquele feriado, bem como minha birra e consegui colocar meu plano em prática: finalmente ir ao Instituto Tomie Ohtake. E foi ótimo! Isadora precisava sair de casa e gastar energia urgentemente! E vimos coisas lindas, que super recomendo tanto para grandes como para pequenos.

A primeira foi uma exposição do fotógrafo americano Steve McCurry (o autor desta bela e famosa imagem). As fotos são absolutamente impressionantes e impactantes. A exposição, Alma Revelada, traz fotos desde os trágicos ataques de 11 de setembro até festividades religiosas orientais. Tem também pesadas fotos de zonas de guerra contemporâneas e lindos retratos individuais que nos mostram de forma simples e bela como a humanidade é diversa e rica.

McCurry, há décadas, percorre o mundo munido com sua máquina e os rolos de filme Kodachrome, que começou a ser produzido pela Kodak a partir de 1935 e virou o xodó dos fotógrafos por sua altíssima qualidade de reprodução das cores. De fato, eu, antes de ler um pouco mais sobre o filme, fiquei me perguntando se as fotos não haviam sido manipuladas porque as cores são absurdamente fortes. Na exposição está também a série que McCurry fotografou com o último rolo de Kodachrome (a Kodak não mais produz esse filme) jamais feito.

A segunda foi uma exposição sobre Charles Chaplin. Esta Isadora adorou! Sentou para ver os filmes e riu com as trapalhadas do ator/comediante/dançarino/roteirista/diretor/produtor e músico britânico. O material (filmes, cartazes, manuscritos e muitas e muitas fotos), diretamente recolhido do acervo familiar, é bastante rico e vale ser visto.

Vai lá!

Steve McCurry: até 29/01
Charles Chaplin: até 27/11
Terça a domingo, das 11hs às 20hs. Entrada gratuita.
Av. Faria Lima, 201 (entrada pela Rua Coropés).
Tel.: (11) 2245-1937

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Minha Mãe que Disse

Hoje eu não estou aqui porque estou no Minha Mãe que Disse com um texto que não tem nada a ver com o assunto deste blog, mas que tem tudo a ver com a maternidade.

Vai !

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Olafur no Sesc Pompeia


Eu adoro o Sesc Pompeia. Adoro o prédio, adoro as atividades, adoro a atmosfera. Realmente, adoro (já falei isso??). Aliás, todos os Sescs são bacanas, mas o da Pompeia é o mais perto de casa. Apesar disso, com a correria do dia a dia, vou muito menos do que gostaria. (Nota mental: fazer um post só sobre o Sesc, o que tem para fazer lá, o que oferece...).

Hoje, queria falar sobre uma exposição que está rolando lá: a do artista dinamarco-islandês Olafur Eliasson, que faz parte da 17º Festival Internacional de Arte Contemporânea. A ideia era que o artista, que  faz sua primeira mostra individual na América Latina, produzisse algumas obras em resposta aos estímulos provocados pela cidade de São Paulo.

São trabalhos que convidam o público a experimentar a percepção de cor, orientação espacial e outras formas de envolvimento com a realidade. É um conjunto de obras que envolve cor, luz e fumaça e transforma o espaço em um labirinto de experiências sensoriais, como explica o site do Sesc.

Confesso que não fiquei muito tocada pela obra. Isadora mal entrou e já quis sair da sala do fumacê, o que prejudicou um tanto a coisa da fruição da experiência sensorial. Ela se interessou mais em ficar lendo livros num espaço especialmente dedicado à leitura dos pequenos com estantes baixas e chão acolchoado.

Mas, porém, contudo, entretanto...uma ida ao Sesc sempre vale a pena!

Para quem quiser ir:

Olafur Eliasson - Seu corpo da obra
Até 29/01
Terça a sábado, das 9hs30 às 21hs. Domingo e feriado, das 9hs30 às 20hs.
Rua Clélia, 93.
Tel.: (11) 3871-7700

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Varekai


Cirque du Soleil na cidade. Isadora nunca havia ido ao circo. Juntamos a fome com a vontade de comer e resolvemos apresentar o mundo circense à pequena em grande estilo. Eu sei, eu sei. Os ingressos beiram a insanidade de caros. Mas posso falar? Vale a pena! Pelo menos uma vez na vida, vale a pena ver o que o corpo humano é capaz de fazer. Porque, de fato, eles são incríveis.

Achamos que Isadora não ia aguentar (o espetáculo tem 2 horas com um intervalo de 25 minutos), que podia ficar com um pouco de medo das fantasias, dos escuros, então, fomos preparados para ir embora antes do final se necessário. Que nada! A pequena ficou hipnotizada quase o tempo todo e adorou! Não só ela. Seus pais também! Eu já havia visto outros dois espetáculos deles (não vou me lembrar quais), mas o marido e Isadora não. Os malabaristas, os equilibristas, os trapezistas...tudo é espetacular. Enorme precisão, corpos elásticos trabalhados ao seu limite, cenário e figurinos criativos e coloridos. Foi muito legal levar a Isadora e ver seus olhinhos brilharem com tudo o que estava vendo. Quem sabe na próxima temporada no Brasil, já dá para levar a Cecília também, que, desta vez, ficou em casa.

Não sei se ainda tem ingressos para a temporada em São Paulo, que vai até o fim deste mês (27/11), mas se tiver, não perca!

Informações aqui.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Saída frustrada


Feriado com chuva. Muita chuva. Duas crianças em casa. Marido viajando a trabalho. Vamos passear um pouquinho, né? Então, vamos. Pega as crianças, toda tralha, guarda-chuva, consegue colocar todo mundo no carro sem ficar (muito) ensopada. Tudo pronto, vamos. Onde? Ah, no Instituto Tomie Ohtake, onde está rolando uma exposição sobre o Chaplin que parece bacana e onde tem um restaurante onde grandes e pequenos podem ser felizes.

Já falei sobre o Instituto aqui. Gostamos muito de lá. Sempre tem coisas interessantes para ver e uma comidinha boa. Em dias de chuva, então, é ótima alternativa aos infernais shoppings (corra deles em feriados chuvosos pré-Natal!).

Parar lá perto é chato, então, usamos o estacionamento deles. Normalmente, você chega, entrega seu carro e entra. Mas hoje chovia cântaros na hora do almoço. Entrei no estacionamento subterrâneo para poder sair com as meninas sem pegar chuva. Estacionamos, mas aí, tínhamos duas alternativas: ou subir 3 lances de escada (o que não seria um problema se não tivéssemos um carrinho a tiracolo) ou subir pelo elevador que a segurança simplesmente não nos autorizou pegar.

Instituto, que tal colaborar com as pessoas que vão até você em dias chuvosos com crianças? Vamos orientar os seguranças de que ok, eles podem sim, liberar o acesso aos elevadores? Por sua atenção, meu muito obrigada.

(Para quem ficou curioso: demos meia volta e rumamos de novo para casa)

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Baby Boom

Acho que virou moda. Depois do Sambebê, vai rolar também aqui na Vila mais uma baladinha para pais e filhos. Mas desta vez a pegada é rock'n'roll. Confesso que não é muito a vibe desta matriarca que vos fala, mas não posso deixar de dar a dica para quem gosta.

A festa, batizada de Baby Boom, foi criada por um pai carioca em janeiro deste ano para lutar contra o encaretamento precoce de milhares de mães e pais espalhados por aí. Rapidamente as matinês, que estão na quinta edição e rolam na Casa da Matriz, no Rio, viraram um sucesso. E agora, a festa chega em São Paulo. Aqui vai ser no Centro Cultural Rio Verde, o mesmo que abrigou o Sambebê.

Dia 13/11, das 17hs às 22hs.
Djs Fábio Maia (RJ) e Don KB.
Centro Cultural Rio Verde
Rua Belmiro Braga, 181.
R$ 20 (crianças não pagam e só podem entrar acompanhadas pelos responsáveis).





terça-feira, 8 de novembro de 2011

Pet Zoo


Domingo de manhã, sol, família pronta para sair. Não tem muita dúvida, né? Clube! Mas neste domingo, perguntada se queria ir ao clube (a resposta é sempre enfaticamente positiva), Isadora respondeu muito madura e objetivamente: "Não. Quero ir na fazenda ver bichos". Pedido feito, pedido realizado. E lá fomos nós atrás de uma "fazenda".

Por indicação de amigos fomos ao Pet Zoo, uma fazendinha a cerca de 40 km de São Paulo. Fácil de chegar, fácil de achar. Logo que chegamos, nos juntamos a um grupo pequeno de pais e crianças pois a visita é guiada por monitores. Eles falam um pouco sobre os bichos e são, digamos assim, intermediários na relação das crianças com os bichos, que são bastante mansos e podem ser acariciados e alimentados (para isso, você compra um saquinho de ração logo na entrada). São patos, marrecos, cabras, touro, búfalo, pavão, porcos, galinha, peru, ovelhas, lhamas, bezerros, vaca, entre outros. Isadora foi bastante destemida e quis dar ração para vários deles.

O ponto alto do programa foi a visita ao berçário, onde ficam os bichos recém-nascidos. Coelhinhos, patinhos, pintinhos, todos filhotinhos e muito fofinhos. As crianças se sentam em roda e a monitora traz os bichinhos para elas verem e pegarem na mão. Isadora adorou! Ela ainda tirou leite da vaca e andou a cavalo e de charrete.

Bateu uma fominha? Sem problemas. Lá tem um restaurante com forno a lenha e uma comidinha caseira bem gostosinha. A programação ia longe: de tarde ia rolar uma oficina de culinária (as crianças iam fazer pão) e uma visita à horta, mas Isadora já dava sinais de cansaço (ela ainda dorme depois do almoço) e decidimos ir embora. Ótimo programa!

Vai lá!

Estrada de Caucaia do Alto (altura do km 39 da Raposo Tavares), 4101, Cotia
Tels.: (11) 4158-1664/4473
Preços: R$ 25 por adulto e por criança entre 2 e 12 anos (menores de 2 anos e maiores de 60 anos não pagam). O almoço é cobrado à parte.


terça-feira, 1 de novembro de 2011

As melhores histórias de todos os tempos


Que primavera estranha, né? Dias ensolarados e quentíssimos se alternam com dias chuvosos e friozinhos. Para estes, nada mais gostoso do que ficar em casa lendo livros com os pequenos, não? Por isso, passo aqui de novo para recomendar mais um livro da biblioteca das minhas filhas.

O livro As melhores histórias de todos os tempos é uma delícia. Muito bem ilustrado por Maria Eugenia, ele reúne 20 histórias clássicas da literatura infantil universal. Chapeuzinho Vermelho, Rapunzel, Os Três Porquinhos, A Festa no Céu, Dona Baratinha, Branca de Neve, João e Maria, O Mágico de Oz, Aladim, A Gata Borralheira... Está tudo lá. Além das belas ilustrações que prendem a atenção das crianças, as histórias têm o tamanho perfeito - nem muito pequenas, nem muito grandes. Isadora, que adora seus livrinhos, nunca se contenta com uma história só. Perfeito também para ler antes de dormir.

Os contos, baseados nas narrativas dos irmãos Grimm, de Andersen e outros autores consagrados da literatura infantil mundial, foram adaptados por Lidia Chaib e Mônica Rodrigues da Costa.

Super recomendo!